Cancun: tudo o que você precisa saber antes de ir pra lá

Oi pessoal, eu sou a Joana Maia! Já escrevi alguns textos aqui pro blog e hoje trago um relato completo da minha viagem para México, onde visitei Cancun e Cozumel. Espero que curtam e que aproveitem as dicas!

Viagem-Cancun (1)

Voando pela Copa Airlines 

Fiquei bem surpresa positivamente com o serviço da Copa Airlines. Não conhecia e como o preço foi surreal de barato, achei que fosse viajar junto com as galinhas, mas foi tudo muito bem. O ruim foi que o voo foi diurno, ou seja, o tempo não passa. Não há filme e série que dê conta de tantas horas dentro de avião. Uma via crucis para chegar num lugar tão próximo… Tipo 12 horas até o final. Primeiro sete horas até o Panamá, com uma conexão, que verdade seja dita não esperei quase nada, direto para Cancun por mais quase 3 horas.

Aí você chega no aeroporto e antes mesmo de desembarcar o piloto já manda uma notícia bacana do tipo “Não sei se vocês sabem, mas Cancun demora muuuuito para pegar as malas, porque o México é a grande aduana da América Latina e tudo tem que ser virado do avesso….”. Sei, eu preferi interpretar que rola um pó em tudo que é canto e por isso tem que ficar de olho. Além disso, tem um monte de americanos que podem ser tripudiados por eles numa vingança pessoal. Só isso.

Moral da história: de 45 min a 1 hora para pegar malas e passar pelo raio X (pela terceira vez) e apertar um botão (minha irmã deu sorte pra família) e se der verde segue a vida. Vermelho abre tudo e revira a mala… Haja saco!

Vá de van!

Já aviso aos leigos que não tem essa de táxi na rua. Tem que pegar com as companhias deles. Tudo tabelado com o mesmo preço. Tem opção de Van (coletiva) e Táxi (bem caro) para os ricos. Teria a opção de transfer do hotel para associados do resort (eu era convidada de uma associada), mas como cheguei tarde (após 22:00) mandaram eu me virar.

Bora de van!! Para-se pouco porque são poucas pessoas, mas o aeroporto é beeem longe da zona hoteleira. Ou seja, soma tudo e da certinho 12 horas de perrengue mode on.

Resort all inclusive

Chega no resort. Aí você vê que todo o esforço e chatice valeram a pena. Era madrugada, mas a zoeira era geral. Bebida liberada faz isso com as pessoas. Você ganha a primeira de infinitas pulseiras que te classificam como “all inclusive” e começa a engordar o pato para o foie gras.

Tem muita comida. Não, pera aí, isso não define o termo. Tem uma tonelada de comida toda hora. Todo o tempo. Fazem questão de enfatizar que tudo pode. Tá vendo o frigobar? É seu! Tá vendo esse lanchinho? É seu! Tá vendo esses restaurantes temáticos? Todos seus! E quando sair do hotel pede um lanchinho com antecedência que a gente te dá, pra não desacostumar da sensação de empanzinada que passa a fazer parte do seu dia-a-dia.

Entra no quarto. O meu tinha um upgrade e era Embaixador, ou seja, muito maior que o meu apartamento e podia andar de velocípede dentro dele. Tudo impecável. Muitas garrafas de água, repostas todos os dias. Ah! Se vc não vai à comilança, ela vai até vc. Pode pedir tudo na cama. Eu não usei isso.

O mar de Cancun

Ver o mar de Cancun não é algo que as pessoas por, mais letradas que sejam, possam expressar com facilidade. É lindo sim, mas existe algo mais. Algo que não existe no mesmíssimo mar de Cozumel (ilha de lá).

O mar de Cancun é uma energia. Algo que te puxa pra ele. Iemanjá tá lá te atraindo em pessoa para ele. Não tem quem faça cara blasé para ele. E nem me venham com Grécia, Itália e muito menos com apelação baixo nível tipo Arraial do Cabo! Aquilo não é desse mundo. É algo espiritual. Uma porta aberta com o Olimpo que os Maias espertamente descobriram há anos e agora nos reencontramos como que por direito hereditário.

Tenho que ser sincera e dizer que é tudo muito Miami pro meu gosto. Parece uma filial. Eu ainda não fui a Miami. Aliás, meu objetivo era fazer o “triângulo da breguice” como diz meu professor de espanhol (Cancun, Miami e Orlando), mas Dilma não me permitiu essa graça… Aliás, achei que ia voltar sem ela na presidência, mas tá um circo dia sim dia não que nem sei.

Todo o estilo é bem praieiro. Muito vidro (convenhamos é justo não tapar uma vista dessas). Muito branco. Quase cega. Nas paredes, no chão, no teto, na areia. Sim, quem disse que areia é um tom de bege não é daqui. Aqui ela é lavada com Omo Duplação e Vanish White.

Milhares de guarda-sóis ou casinhas com telhado de sapê. Um sonho! Atendentes super atenciosos (mais americano que isso impossível), sem necessariamente esperar por uma gorjeta ao contrário do que dizem acontecer em Punta Cana. Então fica a dica pra quem acompanha esses pacotes promocionais pra lá.

Passeios em Cancun e o encontro com os golfinhos

Em Cancun existem muitas opções de passeio. Todos podem ser comprados dentro do próprio hotel. Eu virei expert neles. Então vamos por partes.

Os parques (são vários) são Explor (focado em esporte radical tipo tirolesa, trilhas e escalar montanhas), Xel-Há (foco na natureza como ela é, ou seja, tem bicho lá, provavelmente vai ver e se acontecer de não ver muita coisa, não reclame, a natureza é assim), Xcaret (a Disney dos parques. Tem tudo. Todos os bichos presos em habitat simulado à distância do seu braço para a foto). Escolha a sua opção!

Claro que eu fui à Disney! Todos os passeios começam com a venda cretina, pelos guias de turismo – hipocritamente justificada para zelar pela natureza, de protetor solar e repelente natural que não agridem a fauna. Sei… Além disso, um protetor muito útil de celular para bater fotos na água. Se encontrar no Saara compre, pois vale a pena. Compramos. Funciona!

Tem um rio (bem longo) que cobre quase todo o parque que vc vai meio boiando (com colete) e meio fazendo força (batendo as pernas e braços). Como eu disse, é quase EUA. Se fosse teria uma correnteza para os obesos mórbidos não precisarem de esforço….rs

O objetivo era fazer isso no início. Mas compramos o sonhado encontro com golfinhos e quando fui agendar a mocinha “simpática” me obrigou a fazer logo de cara. Ou seja, “sebo nas canelas” e corre pra aprender onde chegar e tentar não se atrasar! Eles facilitam muito, pois todo o chão do parque é com caminhos de pedras (tipo estrada dos tijolos amarelos) com cores diferentes para cada setor. Aí vc só tem que seguir igual as linhas de metrô de cidades civilizadas. Fazendo as baldeações necessárias e tá lá!

Golfinhos! Alguém aqui já leu o Guia dos Mochileiros das Galáxias??? Lá explica uma teoria sobre a sagacidade e fofura deles. É bem isso! Uma gostosura sem fim!!! Sabe uma beleza que não cansa? A sua cabeça mexe, mas os seus olhos ficam neles. Não da pra parar de olhar. Não cansa. Dizem que a beleza muito certinha é monótona e cansa. Palhaçada! Coisa de quem não viu golfinho!

Sinceramente não sei como eles conseguem comer a cada truque. Desenvolvi uma teoria horrível de que devem ser todos bulímicos e vomitar ao fim de cada show…rs. Triste, mas só pode. Eu sei que dizem que é maldade criar no cativeiro blá blá blá… mas aí seu lugar é naquele parque lá de cima da natureza em sua forma wild, não aqui.

Enfim, eu amei. Eu esperei muito por isso e amei sem precedentes! Não tem como não amar, mas diante de tanta expectativa a chance de decepção é possível como diante de grandes obras de arte. Com golfinhos não! Lamento Da Vinci.

Depois veio o parque em si que tem aquários, aviários, borboletários (isso existe?). Enfim, o objetivo em teoria é a fauna, mas a flora da show e desbanca tudo.

Daí fizemos mais um passeio. Dessa vez com as arraias! Um cara muito gênio criou a idéia de colocar uma cabeça de escafandro onde se respira normalmente, inclusive podendo ficar de óculos! Não entra uma gota de água. Não precisa saber nadar, nem mergulhar, nem colocar aquela coisa na boca igual um sapo boi. Só aquela cabeça branca enorme igual aos soldados do Darth Vader (Star Trooper). Todo nerd merece esse momento!

Foi bem legal! Você sente uma pressão no ouvido quando desce e quando sobe. Basta engolir saliva umas 3 vezes para tudo ficar normal. Lá embaixo nada de estranho. Só alegria! Os movimentos ficam lentos, meio abestalhados, mas tudo muito legal. As arraias ficam sendo alimentadas todo o tempo (bulímicas também) para nadarem bem do nosso lado e podermos passar a mão. Como os movimentos são lentos é melhor ficar igual a música do Gonzaguinha “com a mão disposta na janela pra passar a mão nela”…rs

A parte preta de cima é muito áspera, como um carpete de carro e a parte branca de baixo é tão lisa que parece até gelatinosa de tão mole. Muito gostosa! Mais lisa que os golfinhos! A gente recebe um peixinho para alimentar ela também. Ela suga que nem aspirador!

Foi pouco antes de sair do tanque das arraias que um peixe idiota confundiu meu dedo e me mordeu… Sim! Me mordeu bem forte e não satisfeito, quando viu que não era minhoca correu assustado e o rabo cortou meu dedo… Ninguém viu Nemo? “Fishes are friends not food!!!”. Devia ser recíproco! A natureza sempre tira um sarro de mim… Tô acostumada.

Após essa experiência, almoço, claro incluso no pacote. São inúmeras opções, mas tinham me recomendado o de mariscos, que não deixou a desejar. Depois, só ocupar o tempo ocioso até o tal show do final. Vou abrir um parágrafo só sobre ele porque vale a pena.

Show folclórico

Eu tenho particular ojeriza por shows folclóricos. Não adianta dizer que é a cultura local, blá blá blá… não me interessa. É sempre sofrível. Não gosto, fim. A guia disse que era imperdível e eu bem revirei meu olho com cara de “ah, tá fica aí sentada esperando que eu fique vendo essa droga”. Mas a opção de sair antes foi perdia, porque nosso relógio aloprou. Então, advinha? Lá vamos nós para o show mequetrefe. Arrastando minha carcaça após um dia exaustivo com golfinhos, arraias, peixe mordendo meu dedo, todo um parque percorrido e fotografado…

Chegamos na Arena. Grande, confortável, fresca, coberta, com assento almofadado. Canhão de luz, orquestras, (percebeu o plural?), palco imenso. Começa um show focando desde a civilização Maia até a formação da sociedade mexicana como é hoje. Tenho que tirar meu chapéu. Pro pouco que sei da sociedade atual, e para o muito que achava que conhecia da antiga, tá tudo lá. Com padrão Disney como era de esperar. Tudo muito bem feito e produzido. Até as breguices (faz parte, não adianta) são razoáveis e aceitáveis.

Não sei de onde tiraram tanta gente. Acho que até os treinadores dos golfinhos deviam estar lá… Vale a pena mesmo. Bastante informação e bem produzido.

Uma coisa que me chamou a atenção é que inevitavelmente eles têm que mostrar a civilização Maia (que todos estamos lá pra ver) sendo dizimada pelos espanhóis. No entanto, são incrivelmente imparciais. Dizem claramente que isso tudo aconteceu e gerou a nossa sociedade como ela é. Fim. Sem juízo de valor ou mimimi para qualquer lado. Apenas a realidade como ela é. Julgue quem quiser, nós não o faremos. Me surpreendeu.

Sobre os passeios

Tem uma coisa importante sobre esses passeios. São todos bem longe…. Então tem que querer muito, porque o perrengue da ida e da volta vai acontecer de qualquer forma. Os ônibus são muito bons. Mas toda ida é chata e a volta insuportável. Faz parte.

Viagem-Cancun (2)

O passeio que se eu pudesse mudaria a forma, mas nem sei se é possível, foi à Chichen-itza (a super famosa pirâmide Maia). Tem que ir. É patrimônio da humanidade. É maravilha do mundo (das novas). E é espetacular. Mas claro, que todo pacote turístico tem aquela parte insuportável, igual legumes pra criança, que a mãe coloca na sopa pra não aparecer. Mas tá lá. Nesse caso, eles são bem descarados e jogam o brócolis na sua cara, assim sem o menor pudor.

A primeira parada é numa cidade teoricamente povoada por um povo descendente direto e ainda arraigado às tradições maias. Até aí ok. Mas é tudo encenação pra vender lembrancinha disfarçada de vem aqui conhecer nossa tradição. Um saco! Tem um Pajé que faz uma bênção, aliás, descobri que os Maias inventaram a Umbanda, só pode. Muito defumador e oferenda. Minha alergia atacada até os picos.

Depois almoço horrível num hotel que tem um cenote (água linda e cristalina no fundo de uma montanha com temperatura para poucos corajosos). Eles adoram cenotes. Tem um monte deles. O lugar não é ruim, mas não da tempo de fazer as duas coisas (almoçar e cair na água) com tempo hábil para se aprontar e sair pra pirâmide que é o que interessa.

Daí sim vem ela. Chichen-itza. Toda linda! Num parque dedicado às ruínas, que, segundo falaram, ficou intacto, porque quando chegaram lá eles já tinham fugido e não tinham a quem escravizar, batizar, infernizar etc.. Ficou coberto de mato até um americano (claro) achar, comprar as terras e ficar trilhardário com a vida alheia.

Vale aqui uma comparação com Peru, que fui ano passado. Essa Pirâmide está muito mais conservada. No entanto, não pode entrar nem subir como Machu Picchu. Mas vc fica bem grudada nela. Tira as 300 fotos e vê com detalhes o que no Peru vc mais imagina como foi.

Como eu disse antes, Cancun é a Miami dos mexicanos, por isso fica claro que os serviços são fantásticos, mas o acesso à cultura é raso. Não tem nenhuma comparação com a profundidade do conhecimento passado pelos guias do Peru por exemplo. Eram infinitamente mais entendidos e  com formação universitária sobre o assunto. Aqui eles são apenas descendentes e acham que isso basta. Uma pena.

Souvenirs

Quanto aos famosos regalos (lembrancinhas e tranqueiras que todos trazem) me indicaram o tal Mercado 28. Ele é perto do hotel. Nem pense em ir de táxi. Vai sair mais caro que tudo que comprar. Um ônibus quebra o galho bacana e te deixa na porta.

Tem o prédio rosa onde fica o mercado, mas a rua dele virou um grande Saara que tem as mesmas coisas por preços ainda mais acessíveis. Tem outlet em algum lugar, pois eu vi advinha? Brasileiras no hotel com sacolas de lá. Mas nem procurei isso, então não tenho o que dizer a respeito.

Cozumel

Depois de alguns dias em Cancun fomos a Cozumel. Uma ilha com o irmão mais velho do meu hotel. Recém reformado e com muita mordomia (mais ainda), mas a praia nem se compara… Serviu pra descansar e ser muito paparicada por um pessoal muito bem treinado e simpático. Com sorveteria própria. Ai Jesus… rezando por um milagre na balança, após esses dias de fartura extrema.

Aproveitei e fiz o passeio do submarino. Na teoria tudo de bom. Na prática, deixa a desejar, afinal não tem como garantir toda a fauna ali na hora que tá dentro dele Mas eles se esforçam. Eu vi estacas que apesar de estarem vazias devia ter comida ali há algum tempo atrás. Seria razoável manter um ambiente povoado para os turistas que pagam uma grana e querem ver mais do que recifes e peixinhos. Mas como eu disse, fica na sorte de cada um.

Ainda aconteceu algo engraçado. Eles tiram uma foto nossa que entregam no final, claro, cobrando um valor por isso. Como eu e minha irmã não gostamos do passeio, não demos a mínima pra foto e deixamos lá. Daí quando eu saí, o cara do banco da frente disse que a mulher da foto deixou a nossa no banco dele e aí ele pegou, guardou e me deu….rs. Simpático!

Pra ir e vir de Cozumel é preciso pegar uma Ferry (barca) que fica bem longe da zona hoteleira. O táxi saiu uma fortuna (porque é longe mesmo), mas não vi opção de van para esse caminho. Quando eu estava na praia vi uma mexicana conversando com turistas e dizendo que alugar carro era melhor, pois a diária saia tipo 25 a 30 dólares e vc fica livre. Achei bem legal.

A Ferry em si é barata, tipo 15 dólares ida e volta. Você já compra a volta quando vai. Tem vários horários, quase de hora em hora. Confortável e tudo limpinho.

Voltando pra Cancun

Depois de Cozumel, voltei pra mais uma noite em Cancun antes de voltar ao Rio, porque não queria adicionar ao perrengue do voo mais o tempo da Ferry (40 minutos) e de lá pro hotel (1 hora). Na volta pro aeroporto eu consegui o transfer no hotel, já que a saída era de manhã. Bem barato (8 dólares por pessoa) em comparação com o táxi. Mas sinceramente não sei se isso era só pros associados ou pra qualquer mortal. Fiquei na dúvida.

Pra trocar dólar por pesos mexicanos eu preferi o hotel mesmo, porque era fácil, garantido e seguro. Mas não sei se a cotação era boa ou ruim. Não vi nos outros lugares. Troquei muito pouco, porque paguei quase tudo com dólares (os passeios no caso).

Resumindo 

Achei essa viagem muito diferente das outras que fiz. Primeiro porque era praia. Nunca vou pra praia. Segundo porque teve essa coisa de sombra e água fresca que a praia tem e o resto não. Então ficou com a impressão de descanso e de oportunidade de experiências de vida como o contato com a fauna marinha. Ao mesmo tempo não teve a questão cultural que as outras têm… Não entrei num museu sequer!!! Nem parece eu… Verdade seja dita, os museus estavam a céu aberto nesse caso. Mas vou fazer como os mexicanos e não julgar, apenas dizer o que aconteceu e que foi diferente. Um diferente bom. Não digo que será sempre assim, provavelmente não. Mas gostei e teve seu lugar mais que especial no meu coração.

Como eu disse, não sou praieira, então o que posso dizer aos que já amam é que venham com certeza e aos que, como eu, não se vêem nessa situação, que experimentem e arrisquem a sensação. Nem que seja pelos golfinhos… eles fazem qualquer coisa valer a pena!

Sobre Joana Maia 3 Artigos
É jornalista e apaixonada por viagens. Curte programas culturais e sabe tudo sobre Nova Iorque, onde já se sente perfeitamente em casa depois de já ter visitado várias vezes a cidade.

12 Comentário

  1. Eu estou me preparando pra ir pra Cancun na metade do ano que vem, viagem de formatura, vou com a minha mãe e seu post foi ótimo!
    Mas ainda tenho umas dúvidazinhas bobas que só quem foi poderia me esclarecer..
    Você faria isso?

  2. OLá Muito legal as dicas! Você foi pra lá daqui do Brasil certo? Você trocou real por dolares aqui, levou pra lá e trocou por pesos lá? Isso saiu mais em conta?

    Não sei o que fazer… Se troco meus reais por pesos daqui ou dolares….

    • Oi Pamela! Que bom que gostou das dicas. Com relação à troca de moeda não precisa se preocupar. Eu não troquei nada aqui. Lá é praticamente uma Miami, então tudo tem preço em dólar. Nem precisa se preocupar com isso. Eu cheguei a trocar um pouco de dinheiro local mas acho que não chegou a 50 dólares! Foi só para pegar o ônibus que levava às lojas de regalitos (lembrancinhas). E lá tudo em dólar…. então realmente não precisa. O pouco que troquei foi no hotel mesmo, por conveniência e ainda sobrou bastante para as gorjetas. Fique segura de que o mundo lá é em dólares. Espero que tenha ajudado. Aproveite muito sia viagem!

    • Olá João! Não é necessário visto para Cancun. Basta seu passaporte, que será pedido no aeroporto (alfândega) e no hotel para seu check in. A vacina obrigatória é a da febre amarela, mas por acaso ninguém pediu para ver isso em momento algum. Mas agora que teve surto no Brasil ficou mais em voga o assunto. Não basta vacinar no posto de saúde. Depois que vc vacina e recebe o comprovante vc pega esse comprovante e leva a um posto credenciado para fazer a certidão internacional de vacinação. É muito rápido. Basta fazer um registro no site da Anvisa e pegar o tal papel (cartão) e levar com seu passaporte.
      Não sei em que parte no Brasil vc está, mas aqui no RJ os postos, por causa da procura pela vacinação, pararam de fazer o tal certificado internacional e só o posto do aeroporto Internacional (Galeão) está emitindo… Um saco, mas fazer o quê?
      Não sei que a situação já se regularizou e os demais postos voltaram a emitir o certificado. Mas acho que não.
      Espero que tenha ajudado e boa viagem!

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