Como é voar pela KLM: relato da minha experiência

Fiquei muito bem impressionada ao voar pela primeira vez pela KLM em agosto de 2012. No voo de ida para Amsterdam, peguei um 777 novinho em folha (a viagem inaugural havia sido um mês antes).

Achei o assento relativamente confortável e os serviços a bordo também bastante satisfatórios. Dentre eles, destaco a tela individual com central de entretenimento com uma programação bastante variada e também as refeições saborosas sem aquele gosto de comida borrachuda recém-descongelada de avião.

Para quem desejar um assento mais confortável sem ter que pagar duas ou três vezes mais pela passagem de classe executiva, a KLM oferece uma área intermediária no avião, com assentos “comfort”. Eles são um pouco mais largos e possuem maior reclinação e mais espaço à frente para as pernas. Por eles, você paga cerca de R$ 300 reais adicionais por trecho. Eu não paguei essa diferença e tive a sorte de pegar o voo relativamente vazio na ida. Mas, na volta, como não queríamos viajar na fileira do meio nem com uma pessoa desconhecida ao nosso lado na fileira lateral, pagamos mais R$ 70,00 para viajar em uma fileira de dois bancos, que se localizam no final da aeronave. Achei que valeu a pena, embora ache estranho pagar a mais só por isso.

Aliás, assim como a Air France, a KLM oferece lanchinhos na parte traseira da aeronave nos intervalos das refeições. Se pintar aquela fome de repente, você pode ir até lá fazer uma boquinha. Biscoitos, aperitivos e bebidas ficam a sua disposição, sem que você tenha que solicitá-los aos comissários.

A simpatia da tripulação é um dos destaques e parece ser uma marca registrada da companhia aérea holandesa. Todos os comissários são muito solícitos e educados, desde o início até o fim do voo – até mesmo com aquelas pessoas mais inconvenientes que sempre aparecem querendo desrespeitar as regras e dar uma de espertos.

Enfim, já voei para por várias companhias aéreas europeias (Iberia, TAP, Air France, Alitália….) e elegi a KLM como a melhor até o momento ao lado da portuguesa TAP. 

O único “porém” ficou por conta da escala em São Paulo… Apesar de meu voo sair só à noite, tive que embarcar pela manhã no Rio de Janeiro e ficar o dia inteiro fazendo hora em Guarulhos. Ruim não foi, mas poderia ter sido menos cansativo se o voo saísse direto do Rio. De qualquer maneira, já sabia desse intervalo grande desde o momento em que comprei a passagem, mas na empolgação de aproveitar uma oferta imperdível, acabei comprando meu tíquete sem levar muito isso em consideração.

Mas, de forma geral, recomendo a empresa e espero muito em breve voltar a viajar pela companhia.

Sobre Márcia Oliveira 226 Artigos
É uma carioca completamente apaixonada por viagens - assim que chega de uma já está planejando a próxima. Atualmente mora em Munique, na Alemanha. É Jornalista e tem um marido super gente boa que a acompanha em suas aventuras. Adora fotografia. Ama a família e os animais. Aprecia as coisas simples da vida. E adora escrever no blog e conversar sobre viagens!

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